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Segurança & governação

A autonomia pára
onde você decide.

A DIANA é uma IA ofensiva com travões. Descobrir é automático; explorar uma falha é o passo intrusivo — e por isso acontece só dentro do âmbito autorizado e, nas ações de maior impacto, pára e espera pela sua decisão. O controlo nunca sai das mãos da sua equipa.

100%
das ações registadas e auditáveis
0
ações executadas fora do âmbito
Humano
aprova cada ação sensível
Controlo humano

Nada acontece sem o seu sim.

Descobrir uma vulnerabilidade é automático e seguro. Explorá-la — escalar privilégios, tocar em dados sensíveis — é o passo intrusivo que pára e pede aprovação. Experimente: é você que decide se a exploração avança.

A operação está em espera — aguarda a sua decisão.

CONSOLA · OP #A-2291
14:02:11 Reconhecimento do perímetro · 142 ativos no âmbito OK
14:07:38 SQLi confirmada em /orders · evidência #E-88 VALIDADO
Aprovação necessária 14:07:52
Escalonamento de privilégios em db-prod-02
14:08:20 Acesso a db-prod-02 · sem exfiltração, janela de 30 min EXECUTADO
14:21:03 Cadeia mapeada: entrada → API → dados críticos CRÍTICO
14:21:04 Relatório de evidências atualizado · PDF · SHA-256 …9f3c OK
Cada decisão fica no trilho de auditoria, com contexto e timestamp.
As três garantias

Três travões que mantêm o controlo consigo.

01

Âmbito definido antes de tocar em nada

Ativos, limites e regras são acordados antes de cada execução. Ativos críticos podem ser excluídos e o nível de intrusão é seu. Nada acontece fora do que autorizou.

02

Aprovação humana antes de explorar

A descoberta é automática, mas explorar uma falha sensível — escalar privilégios, aceder a dados — exige o seu sim. A IA propõe; a pessoa decide. A operação espera.

03

Trilho de auditoria de cada ação

Tudo fica registado com contexto e timestamp, exportável para o seu SIEM. Se alguém perguntar o que foi testado, quando e com que autorização, a resposta está no trilho.

Conformidade

Feita para os enquadramentos que já tem de cumprir.

ISO 27001 Gestão de segurança da informação
A.5 · Políticas
Execução dentro de regras e âmbito definidos
A.8 · Gestão de ativos
Descoberta e inventário contínuo de ativos
A.12 · Operações
Testes controlados com trilho de auditoria
NIS2 Diretiva de cibersegurança da UE
Gestão de risco
Testes de intrusão recorrentes, não anuais
Responsabilização
Relatórios e evidências para a administração
Diligência
Registo auditável de cada ação executada

Enquadramento informativo — a confirmar com a sua equipa de compliance para o contexto específico da organização.

Soberania de dados

Tecnologia ofensiva, sem abdicar da soberania.

Ao contrário das plataformas estrangeiras, a DIANA mantém os seus dados dentro de fronteiras europeias e sob o seu controlo. Uma diferença que importa a quem responde perante reguladores e administração.

  • Empresa portuguesa, sujeita ao direito nacional e da UE
  • Dados alojados em Portugal e na União Europeia
  • Sem transferência para jurisdições terceiras
  • Os dados permanecem sob o controlo da sua organização
Trilho de auditoria

Prova, não promessas.

A confiança numa IA ofensiva não se pede — demonstra-se. Cada operação da DIANA deixa um registo completo e verificável do que foi feito, por quem foi autorizado e com que resultado.

  • Cada ação com contexto, autor e timestamp
  • Exportável para o seu SIEM e ferramentas de GRC
  • Registo imutável — a prova de diligência que os auditores pedem
Demonstração personalizada

Veja a DIANA em ação.

Uma operação ao vivo num âmbito de exemplo: da descoberta à exploração validada, com aprovação humana e o relatório de evidências gerado na sessão.