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- Reconhecimento e mapeamento da superfície de ataque
- Identifica vulnerabilidades potenciais
- Automático, contínuo e não-destrutivo
Transforme a exposição técnica numa história de risco que a administração entende — com prova, priorização e um trilho de diligência auditável.
A gestão de topo é responsabilizada pela cibersegurança, mas raramente recebe evidência clara do que está realmente exposto e do que foi feito.
A DIANA traduz o risco técnico numa história clara para a administração: o que está exposto, quão grave é e o que já foi feito, com provas, para apoiar as decisões de investimento em segurança.
Termos que não conhece? Ver glossário →A gestão de topo é responsabilizada pela cibersegurança, mas raramente recebe evidência clara do que está realmente exposto e do que foi feito. Sem isso, o investimento decide-se no escuro.
A teoria económica da segurança mostra que o investimento ótimo é limitado e deve ser alocado racionalmente, não gasto a tentar proteger tudo por igual1. Para o fazer, é preciso priorizar pela probabilidade real de exploração, e não pela severidade teórica, exatamente o que sistemas orientados a dados como o EPSS tornaram possível2.
A DIANA traduz a exposição técnica numa história de risco que a administração entende: score por explorabilidade e impacto, relatórios executivos, trilho de auditoria de cada ação e prova de diligência alinhada com NIS2 e ISO 27001.
Cada exposição validada alimenta um score de risco explicável à administração.
O conselho de administração pergunta ao responsável de segurança se a empresa está protegida. Em vez de uma resposta vaga, ele apresenta um relatório da DIANA: os riscos reais, ordenados por gravidade, com prova de exploração e o registo do que já foi corrigido.
O relatório anual dá uma leitura fraca sobretudo em atualidade e evidência, as que a administração mais pede. Números ilustrativos.
Decisões de investimento pedem uma leitura de risco atual, não uma fotografia do ano passado.
O agente de IA, o modelo de linguagem (LLM) e todo o processamento correm em servidores da Cybers3c alojados em Portugal. Os seus dados não saem para clouds de terceiros nem para fora do país. Soberania de dados por desenho, não por promessa.
Portugal · UENão. A descoberta é não-destrutiva e a exploração é controlada, sempre dentro do âmbito que autorizou. As ações mais sensíveis param e aguardam a aprovação de uma pessoa da sua equipa.
É um teste de intrusão autorizado. A DIANA só testa os ativos e dentro dos limites que a sua organização define e contrata previamente. Nada é feito fora desse âmbito.
Um relatório executivo, sem jargão: o nível de risco, priorizado pela probabilidade real de ataque e pelo impacto no negócio, com prova e um registo auditável de cada ação, alinhado com NIS2 e ISO 27001.
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Uma operação ao vivo num âmbito de exemplo: da descoberta à exploração validada, com aprovação humana e o relatório de evidências gerado na sessão.
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