Descoberta
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- Reconhecimento e mapeamento da superfície de ataque
- Identifica vulnerabilidades potenciais
- Automático, contínuo e não-destrutivo
Valide a exposição em ambientes cloud, on-premise e híbridos, onde a configuração muda depressa e o risco se propaga entre camadas.
Configurações incorretas, identidades excessivas e serviços mal expostos tornam a cloud um alvo em constante mudança. Um scan estático não acompanha.
Se a sua empresa usa serviços na cloud (como Microsoft 365, AWS ou Google Cloud) e também sistemas próprios, a DIANA testa os dois de forma consistente, incluindo as ligações entre eles, onde o risco costuma esconder-se.
Termos que não conhece? Ver glossário →Configurações incorretas, identidades com permissões a mais e serviços mal expostos tornam a cloud um alvo em constante mudança. Um scan estático não acompanha o ritmo a que a configuração muda.
O problema é vasto e medido: uma análise de larga escala de mais de duzentos mil buckets S3 mostrou que políticas de acesso mal configuradas deixam rotineiramente armazenamento exposto1, e trabalho posterior demonstrou que basta aprender os padrões de nomes para descobrir, em escala, buckets vulneráveis a fugir dados sensíveis2.
A DIANA descobre ativos e configurações em cloud e on-premise e valida, de forma controlada, os caminhos que atravessam as duas realidades, priorizando pelo impacto real no seu ambiente.
Exposições de configuração surgem a vermelho e são validadas em contínuo.
Uma configuração da cloud fica, por engano, aberta à internet durante uma atualização. Um scan mensal só daria por isso semanas depois. A DIANA deteta a alteração e testa-a de forma controlada, mostrando se dava mesmo acesso a dados e com que gravidade.
Cada alteração de configuração desatualiza um scan antigo. Números ilustrativos.
Menos deriva significa menos janelas de configuração exposta sem validação.
O agente de IA, o modelo de linguagem (LLM) e todo o processamento correm em servidores da Cybers3c alojados em Portugal. Os seus dados não saem para clouds de terceiros nem para fora do país. Soberania de dados por desenho, não por promessa.
Portugal · UENão. A descoberta é não-destrutiva e a exploração é controlada, sempre dentro do âmbito que autorizou. As ações mais sensíveis param e aguardam a aprovação de uma pessoa da sua equipa.
É um teste de intrusão autorizado. A DIANA só testa os ativos e dentro dos limites que a sua organização define e contrata previamente. Nada é feito fora desse âmbito.
Sim. A DIANA cobre ambientes na cloud e locais (on-premise) e, sobretudo, os caminhos que os atravessam, priorizando pelo impacto real no seu ambiente.
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Uma operação ao vivo num âmbito de exemplo: da descoberta à exploração validada, com aprovação humana e o relatório de evidências gerado na sessão.
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