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Soluções · Por objetivo

Exposição externa

Mapeie e valide a superfície de ataque exposta à internet — domínios, serviços e aplicações — e descubra por onde um atacante entraria.

O problema

A superfície externa cresce com cada novo serviço, subdomínio ou integração. O que está exposto hoje pode não estar inventariado amanhã.

O que a DIANA entrega
  • Descoberta contínua da superfície externa (EASM)
  • Exploração validada dos pontos de entrada realmente exploráveis
  • Cadeias de ataque de ponta a ponta, do exterior aos dados críticos
Em simples

A DIANA vê a sua empresa como um atacante a vê pela internet: procura tudo o que está exposto (sites, serviços, ligações), incluindo o que ninguém sabia que estava, e testa por onde alguém conseguiria entrar.

Termos que não conhece? Ver glossário →
Porque o perímetro cresce

Veja o perímetro como um atacante o vê.

A superfície exposta à internet cresce com cada subdomínio, serviço ou integração. O que está publicado hoje pode não estar inventariado amanhã, e o que ninguém inventaria, ninguém defende.

A exposição é mensurável: a investigação estabeleceu métricas formais de superfície de ataque1 e mostrou que todo o espaço de endereços da internet pode ser varrido em minutos a partir de uma única máquina2. Ou seja, um atacante descobre os seus serviços expostos tão depressa quanto você, se estiver a olhar.

A DIANA mantém a descoberta contínua da superfície externa e valida por exploração os pontos de entrada realmente exploráveis, mapeando cadeias de ataque de ponta a ponta, do exterior aos dados críticos.

Superfície externa descoberta em contínuo

Cada ponto é um serviço exposto; os novos surgem a vermelho até serem validados.

24/7 Descoberta da superfície externa
< 1 dia Até validar um novo ativo exposto
Ponta a ponta Cadeias do exterior aos dados
100% Achados com evidência
Um exemplo

Um departamento coloca online uma ferramenta temporária e esquece-se dela. Não está na lista de ativos de ninguém, por isso ninguém a protege. A DIANA encontra-a na varredura contínua da superfície exposta e testa-a, revelando um caminho de entrada que estava a passar despercebido.

O ciclo

Do exterior aos dados críticos.

Internet

Descoberta EASM

Exploração dos pontos de entrada

Cadeia de ataque

Dados críticos

O que muda, em números

A superfície cresce; a fotografia envelhece.

Ativos externos sob validação (%) DIANA (contínuo)Snapshot pontual

Cada novo serviço exposto reduz a cobertura de um retrato antigo. Números ilustrativos.

Tempo até validar um novo ativo exposto
Pentest anual 365 dias
Pentest trimestral 90 dias
Scan mensal 30 dias
DIANA < 1 dia

Quanto mais depressa valida, menor a janela em que o novo ativo fica exposto sem verificação.

Soberania de dados

Onde corre a inteligência artificial da DIANA

O agente de IA, o modelo de linguagem (LLM) e todo o processamento correm em servidores da Cybers3c alojados em Portugal. Os seus dados não saem para clouds de terceiros nem para fora do país. Soberania de dados por desenho, não por promessa.

Portugal · UE
Perguntas frequentes

O que costumam perguntar.

Isto pode danificar ou parar os meus sistemas?

Não. A descoberta é não-destrutiva e a exploração é controlada, sempre dentro do âmbito que autorizou. As ações mais sensíveis param e aguardam a aprovação de uma pessoa da sua equipa.

Isto é legal? Não é "hacking"?

É um teste de intrusão autorizado. A DIANA só testa os ativos e dentro dos limites que a sua organização define e contrata previamente. Nada é feito fora desse âmbito.

"Superfície de ataque externa", o que é isso?

É tudo o que a sua organização mostra à internet e que um atacante pode tentar usar para entrar: domínios, servidores, portais, APIs. Cresce a cada novo serviço e muda constantemente.

Descoberta ≠ Exploração

Encontrar uma vulnerabilidade não é o mesmo que prová-la.

Fase 1

Descoberta

Encontrar

  • Reconhecimento e mapeamento da superfície de ataque
  • Identifica vulnerabilidades potenciais
  • Automático, contínuo e não-destrutivo
É aqui que os scanners param.
Fase 2

Exploração

Provar

  • Confirma explorando a falha, com evidência reproduzível
  • Só dentro do âmbito autorizado
  • Ações sensíveis exigem aprovação humana
É aqui que a DIANA vai mais longe.
Um scanner sinaliza o que pode ser um problema e para aí. A DIANA segue o caminho até ao fim: explora, confirma que é realmente explorável e guarda a evidência.

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Demonstração personalizada

Veja a DIANA em ação.

Uma operação ao vivo num âmbito de exemplo: da descoberta à exploração validada, com aprovação humana e o relatório de evidências gerado na sessão.