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Soluções · Por equipa

Para o Red Team

Deixe a DIANA cobrir a descoberta e a validação repetitivas em escala, para o Red Team se concentrar nos cenários que exigem engenho humano.

O problema

Peritos ofensivos são escassos e caros. Gastar o seu tempo em reconhecimento e validação de rotina limita a frequência e a cobertura.

O que a DIANA entrega
  • Automação da descoberta e da exploração de rotina, em escala
  • Cadeias de ataque validadas como ponto de partida para operações
  • Controlo total do âmbito e aprovação humana nas ações sensíveis
Em simples

As equipas ofensivas (red teams) são caras e escassas. A DIANA faz por elas o trabalho repetitivo de procurar e testar em escala, libertando os especialistas para os cenários que só o engenho humano resolve.

Termos que não conhece? Ver glossário →
Porque o tempo é escasso

Amplie a equipa ofensiva; foque-se no que exige engenho.

Peritos ofensivos são escassos e caros. Gastar o seu tempo em reconhecimento e validação de rotina limita a frequência e a cobertura das operações.

A automação da decisão ofensiva deixou de ser teórica: há trabalho que mostra agentes de aprendizagem por reforço a aprender políticas de ataque eficazes sem um modelo prévio da rede1, sobre a base de anos de investigação que formalizou o teste de intrusão como um problema de planeamento automático2.

A DIANA automatiza a descoberta e a exploração de rotina em escala e entrega cadeias de ataque validadas como ponto de partida, deixando o Red Team concentrar-se nos cenários que exigem criatividade humana, com controlo total do âmbito e aprovação nas ações sensíveis.

Cadeias de ataque validadas em escala

A DIANA entrega o encadeamento de rotina já validado; a criatividade fica para a equipa.

Em escala Descoberta e exploração de rotina
Ponto de partida Cadeias validadas para operações
100% Âmbito sob controlo do cliente
Humano Aprovação nas ações sensíveis
Um exemplo

A sua equipa ofensiva passa metade do tempo em reconhecimento e testes de rotina. Com a DIANA a tratar dessa parte em escala, os especialistas recebem cadeias de ataque já validadas como ponto de partida e concentram-se nos ataques criativos que uma máquina não inventa.

O ciclo

Da rotina automatizada à criatividade.

Alvo autorizado

Descoberta em escala

Exploração de rotina

Cadeia de ataque validada

Red Team: criatividade

O que muda, em números

A rotina para a máquina, o engenho para a equipa.

Tempo do Red Team em trabalho criativo (%) Com DIANASem automação

Automatizar recon e validação de rotina liberta tempo para os cenários difíceis. Números ilustrativos.

Onde vai o tempo da equipa Proporção gasta em rotina
Sem automação ~70% rotina
Automação parcial ~45% rotina
Com DIANA ~15% rotina

Menos rotina significa mais operações focadas no que só um humano faz bem.

Soberania de dados

Onde corre a inteligência artificial da DIANA

O agente de IA, o modelo de linguagem (LLM) e todo o processamento correm em servidores da Cybers3c alojados em Portugal. Os seus dados não saem para clouds de terceiros nem para fora do país. Soberania de dados por desenho, não por promessa.

Portugal · UE
Perguntas frequentes

O que costumam perguntar.

Isto pode danificar ou parar os meus sistemas?

Não. A descoberta é não-destrutiva e a exploração é controlada, sempre dentro do âmbito que autorizou. As ações mais sensíveis param e aguardam a aprovação de uma pessoa da sua equipa.

Isto é legal? Não é "hacking"?

É um teste de intrusão autorizado. A DIANA só testa os ativos e dentro dos limites que a sua organização define e contrata previamente. Nada é feito fora desse âmbito.

A DIANA substitui a minha equipa de red team?

Não, amplia-a. Automatiza a descoberta e a exploração de rotina para que os especialistas façam mais e melhor, mantendo sempre o controlo do âmbito e a aprovação humana nas ações sensíveis.

Descoberta ≠ Exploração

Encontrar uma vulnerabilidade não é o mesmo que prová-la.

Fase 1

Descoberta

Encontrar

  • Reconhecimento e mapeamento da superfície de ataque
  • Identifica vulnerabilidades potenciais
  • Automático, contínuo e não-destrutivo
É aqui que os scanners param.
Fase 2

Exploração

Provar

  • Confirma explorando a falha, com evidência reproduzível
  • Só dentro do âmbito autorizado
  • Ações sensíveis exigem aprovação humana
É aqui que a DIANA vai mais longe.

Um scanner sinaliza o que pode ser um problema. A DIANA vai até ao fim: confirma, explorando, o que é realmente explorável — e trata a exploração como a ação sensível que é.

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Demonstração personalizada

Veja a DIANA em ação.

Uma operação ao vivo num âmbito de exemplo: da descoberta à exploração validada, com aprovação humana e o relatório de evidências gerado na sessão.