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Soluções · Por equipa

Para o SOC / Blue Team

Dê ao SOC informação real sobre a exposição — não mais alertas, mas achados validados e caminhos de ataque que afinam a deteção.

O problema

As equipas de deteção afogam-se em alertas sem contexto. Saber quais caminhos são realmente exploráveis foca o esforço onde importa.

O que a DIANA entrega
  • Caminhos de ataque validados para priorizar deteção e resposta
  • Evidência técnica que valida (ou expõe lacunas) nos controlos
  • Integração com SIEM e ferramentas de resposta
Em simples

As equipas de defesa recebem milhares de alertas, quase todos falsos. A DIANA dá-lhes menos ruído e mais sinal: caminhos de ataque já confirmados como reais, para focarem o esforço no que importa.

Termos que não conhece? Ver glossário →
Porque o SOC se afoga

Achados validados que afinam a deteção.

As equipas de deteção afogam-se em alertas sem contexto. Saber quais caminhos são realmente exploráveis foca o esforço onde importa, em vez de perseguir ruído.

A dimensão do problema está medida: um estudo qualitativo com analistas de SOC descreve taxas de falsos positivos que chegam a esmagadores 99%1, e a investigação mostra que a triagem automática por proveniência pode reduzir o volume de falsos alarmes em cerca de 86%2. O que falta ao SOC não são mais alertas, é contexto validado.

A DIANA entrega caminhos de ataque validados para priorizar deteção e resposta, evidência técnica que confirma (ou expõe lacunas) nos controlos, e integração com o SIEM e as ferramentas de resposta.

Caminhos de ataque validados para deteção

Cada caminho validado indica ao SOC onde a deteção tem de ser mais forte.

99% Falsos positivos reportados no SOC (estudo)
Validado Caminhos que afinam a deteção
SIEM Integração com resposta
Contexto Menos ruído, mais foco
Um exemplo

A equipa de segurança recebe centenas de alertas por dia e não consegue investigar todos. A DIANA entrega-lhes um punhado de caminhos de ataque já validados como reais, com a prova, para saberem exatamente onde reforçar a deteção primeiro.

O ciclo

Do alerta em bruto ao sinal.

Alertas em bruto

Caminhos validados

Priorização de deteção

SIEM / resposta

Menos ruído

O que muda, em números

Menos alarme, mais sinal.

Composição típica dos alertas de um SOC Falsos positivosRuído / duplicadosAmeaças reais

A esmagadora maioria dos alertas não é uma ameaça real. Caminhos validados dizem ao SOC onde olhar. Números ilustrativos.

Taxa de falsos positivos Menor é melhor
Alertas SIEM em bruto ~99%
Após regras ~60%
Achados validados (DIANA) < 5%

Priorizar pelo que é realmente explorável reduz drasticamente o ruído que o analista tem de filtrar.

Soberania de dados

Onde corre a inteligência artificial da DIANA

O agente de IA, o modelo de linguagem (LLM) e todo o processamento correm em servidores da Cybers3c alojados em Portugal. Os seus dados não saem para clouds de terceiros nem para fora do país. Soberania de dados por desenho, não por promessa.

Portugal · UE
Perguntas frequentes

O que costumam perguntar.

Isto pode danificar ou parar os meus sistemas?

Não. A descoberta é não-destrutiva e a exploração é controlada, sempre dentro do âmbito que autorizou. As ações mais sensíveis param e aguardam a aprovação de uma pessoa da sua equipa.

Isto é legal? Não é "hacking"?

É um teste de intrusão autorizado. A DIANA só testa os ativos e dentro dos limites que a sua organização define e contrata previamente. Nada é feito fora desse âmbito.

Isto integra com as ferramentas que já uso?

Sim. A DIANA integra com o SIEM (a consola onde a equipa de segurança junta os alertas) e com as ferramentas de resposta, alimentando-as com achados validados e contexto.

Descoberta ≠ Exploração

Encontrar uma vulnerabilidade não é o mesmo que prová-la.

Fase 1

Descoberta

Encontrar

  • Reconhecimento e mapeamento da superfície de ataque
  • Identifica vulnerabilidades potenciais
  • Automático, contínuo e não-destrutivo
É aqui que os scanners param.
Fase 2

Exploração

Provar

  • Confirma explorando a falha, com evidência reproduzível
  • Só dentro do âmbito autorizado
  • Ações sensíveis exigem aprovação humana
É aqui que a DIANA vai mais longe.
Um scanner sinaliza o que pode ser um problema e para aí. A DIANA segue o caminho até ao fim: explora, confirma que é realmente explorável e guarda a evidência.

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Demonstração personalizada

Veja a DIANA em ação.

Uma operação ao vivo num âmbito de exemplo: da descoberta à exploração validada, com aprovação humana e o relatório de evidências gerado na sessão.