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Soluções · Por objetivo

Terceiros e supply chain

A sua exposição não termina no seu perímetro. Valide o risco associado a fornecedores e integrações de terceiros, dentro de um âmbito autorizado.

O problema

Uma cadeia de fornecimento comprometida contorna as suas defesas. Avaliar terceiros por questionário não prova nada sobre a exposição real.

O que a DIANA entrega
  • Avaliação da exposição associada a integrações e fornecedores autorizados
  • Validação por exploração dos caminhos que ligam terceiros aos seus ativos
  • Evidência para decisões de risco e requisitos contratuais
Em simples

O risco não entra só pela sua porta: pode entrar pelos seus fornecedores e pelos programas de que depende. A DIANA avalia e testa esse risco de terceiros, com autorização, para provar se algum deles abre caminho até aos seus dados.

Termos que não conhece? Ver glossário →
Porque o risco entra por fora

Avalie o risco que entra pelos seus fornecedores.

A sua exposição não termina no seu perímetro. Uma cadeia de fornecimento comprometida contorna as suas defesas, e avaliar terceiros por questionário não prova nada sobre a exposição real.

A ameaça é concreta e documentada: uma revisão de centenas de pacotes maliciosos reais distribuídos por npm, PyPI e RubyGems mostra que os atacantes injetam código em dependências abertas para comprometer quem está a jusante1, e a análise do ecossistema npm revela que um punhado de pacotes ou de contas de manutentor afeta transitivamente uma fração enorme de todo o ecossistema2.

A DIANA avalia a exposição associada a integrações e fornecedores autorizados e valida por exploração os caminhos que ligam terceiros aos seus ativos, produzindo evidência para decisões de risco e requisitos contratuais.

Caminhos de terceiros até aos seus ativos

A DIANA mapeia e valida como o risco de um fornecedor chega aos seus dados.

Autorizado Avaliação dentro do âmbito acordado
Transitivo Risco de dependências indiretas
100% Caminhos validados por exploração
Contratual Evidência para requisitos de risco
Um exemplo

Usa um software de um fornecedor para a faturação. Se esse fornecedor for comprometido, o atacante pode chegar a si sem tocar nas suas defesas. Em vez de confiar num questionário preenchido pelo fornecedor, a DIANA valida, dentro do âmbito autorizado, se esse caminho é mesmo explorável.

O ciclo

Do fornecedor aos seus ativos.

Fornecedor / dependência

Integração autorizada

Exploração do caminho

Os seus ativos

Evidência para contrato

O que muda, em números

O questionário não prova a exposição.

Como o risco de terceiros é coberto hoje Não avaliadoQuestionário (sem prova)Validado por exploração

Hoje, a maior parte do risco de terceiros não é sequer avaliado e quase nada é validado por exploração. A DIANA aumenta a fatia vermelha. Números ilustrativos.

Como o risco de terceiros é avaliado Proporção do risco realmente validado por exploração
Questionário anual ~0%
Revisão pontual ~15%
DIANA (exploração) ~90%

Só a validação por exploração prova que o caminho de um fornecedor até si é real.

Soberania de dados

Onde corre a inteligência artificial da DIANA

O agente de IA, o modelo de linguagem (LLM) e todo o processamento correm em servidores da Cybers3c alojados em Portugal. Os seus dados não saem para clouds de terceiros nem para fora do país. Soberania de dados por desenho, não por promessa.

Portugal · UE
Perguntas frequentes

O que costumam perguntar.

Isto pode danificar ou parar os meus sistemas?

Não. A descoberta é não-destrutiva e a exploração é controlada, sempre dentro do âmbito que autorizou. As ações mais sensíveis param e aguardam a aprovação de uma pessoa da sua equipa.

Isto é legal? Não é "hacking"?

É um teste de intrusão autorizado. A DIANA só testa os ativos e dentro dos limites que a sua organização define e contrata previamente. Nada é feito fora desse âmbito.

Vão testar os sistemas dos meus fornecedores sem autorização?

Nunca. Tudo é feito dentro de um âmbito autorizado e acordado. A avaliação foca-se nas integrações e nos caminhos que a sua organização, e o fornecedor quando aplicável, autoriza testar.

Descoberta ≠ Exploração

Encontrar uma vulnerabilidade não é o mesmo que prová-la.

Fase 1

Descoberta

Encontrar

  • Reconhecimento e mapeamento da superfície de ataque
  • Identifica vulnerabilidades potenciais
  • Automático, contínuo e não-destrutivo
É aqui que os scanners param.
Fase 2

Exploração

Provar

  • Confirma explorando a falha, com evidência reproduzível
  • Só dentro do âmbito autorizado
  • Ações sensíveis exigem aprovação humana
É aqui que a DIANA vai mais longe.
Um scanner sinaliza o que pode ser um problema e para aí. A DIANA segue o caminho até ao fim: explora, confirma que é realmente explorável e guarda a evidência.

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Demonstração personalizada

Veja a DIANA em ação.

Uma operação ao vivo num âmbito de exemplo: da descoberta à exploração validada, com aprovação humana e o relatório de evidências gerado na sessão.