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Pentest autónomo com IA, desenvolvido em Portugal

Pentest autónomo. Controlado por humanos.

A DIANA descobre a sua superfície de ataque e prova, explorando, o que é realmente explorável — em contínuo, dentro de um âmbito autorizado e com aprovação humana nas ações sensíveis. Tecnologia soberana: empresa portuguesa, dados em Portugal e na UE.

Alinhado com ISO 27001 & NIS2 Trilho de auditoria completo Dados sob o seu controlo
Ameaças · tempo real

Técnicas MITRE ATT&CK no âmbito de teste

Entre outras, a DIANA testa as técnicas T1190, T1078, T1210, T1068, T1557, T1110, T1046, T1552, T1021, T1595 do catálogo MITRE ATT&CK.

Empresa portuguesa
Dados em Portugal / UE
Suporte em português
Alinhado com NIS2 e ISO 27001
O problema

Os pentests tradicionais já não acompanham a velocidade do risco.

Testes pontuais e demorados

Avaliações anuais ou trimestrais deixam janelas longas em que novas exposições passam despercebidas.

Equipas especializadas escassas

A dependência de peritos ofensivos limita a frequência e a cobertura dos testes de intrusão.

Superfícies em constante mudança

Cloud, APIs e novos serviços alteram a exposição diariamente — um retrato estático fica desatualizado.

Encontrar não é provar

Os scanners encontram vulnerabilidades potenciais, mas não as exploram. Listas sem prova de exploração geram ruído e dificultam a priorização do que é realmente crítico.

A solução

Pentest contínuo, autónomo e supervisionado.

A DIANA descobre a superfície de ataque e valida-a por exploração controlada — duas fases distintas que transformam testes de intrusão num processo rápido, rastreável e orientado a evidências. A autonomia da IA não elimina o controlo humano: cada ação é limitada pelo âmbito, registada e alinhada com as regras da organização.

10×
mais frequência de teste
24/7
cobertura contínua, sem janelas anuais

Cobertura completa

  • Externo superfície exposta à internet
  • Interno rede interna, via sonda instalada
A consola

Isto é o que vê na segunda-feira de manhã.

Uma operação a decorrer, o que já foi provado e o que está à espera da sua decisão. Sem relatório de 200 páginas a chegar três semanas depois.

Score de risco
agregado e com tendência semanal
Caminhos de ataque
os que foram validados por exploração
Severidades
priorizadas por explorabilidade real
console.diana.red / operações
Supervisão ativa
Visão geral da operação
Pentest contínuo · Perímetro externo · Execução #A-2291
Últimas 24h Exportar
69 /100
Score de risco
Elevado
-12 esta semana
Progresso da execução
78%
Fase: validação de exploração
Ativos analisados
128 / 142
14 em fila de análise
Mapa de caminhos de ataque
3 caminhos críticos
Entrada Web app API Credenciais Dados críticos
Vulnerabilidades por severidade
Crítica
3
Alta
9
Média
17
Baixa
11
Próximos passos
IA + revisão
Validar SQLi no endpoint /orders
Aguardar aprovação: escalonamento de privilégios
Priorizar exposição de credenciais em cache
Gerar relatório de evidências (PDF)

A supervisão está sempre ativa: ações sensíveis param e esperam pela sua aprovação.

Ver a plataforma em detalhe
Soberania

A operação inteira acontece deste lado da fronteira.

Nenhuma etapa do teste sai de Portugal — nem os ativos, nem as evidências, nem os modelos.

Portugal · União Europeia
  1. Descoberta superfície e ativos
  2. Exploração validação controlada
  3. Evidências prova e trilho de auditoria
  4. Modelos de IA corridos localmente

sem transferência para países terceiros

Descoberta ≠ Exploração

Encontrar uma vulnerabilidade não é o mesmo que prová-la.

Fase 1

Descoberta

Encontrar

  • Reconhecimento e mapeamento da superfície de ataque
  • Identifica vulnerabilidades potenciais
  • Automático, contínuo e não-destrutivo
É aqui que os scanners param.
Fase 2

Exploração

Provar

  • Confirma explorando a falha, com evidência reproduzível
  • Só dentro do âmbito autorizado
  • Ações sensíveis exigem aprovação humana
É aqui que a DIANA vai mais longe.
Um scanner sinaliza o que pode ser um problema e para aí. A DIANA segue o caminho até ao fim: explora, confirma que é realmente explorável e guarda a evidência.
Aprovação humana

Nenhuma ação sensível acontece sem alguém dizer que sim.

Segurança & governação

Autonomia não é ausência de controlo.

Ver como controla a DIANA
  • Âmbito contratualizado

    Nada é testado fora dos ativos e das regras que a organização autorizou.

  • Aprovação humana

    Os passos de maior impacto param e aguardam confirmação da equipa.

  • Trilho de auditoria

    Cada ação fica registada com contexto e timestamp, exportável para o SIEM.

2 fases
descobrir e provar: só reporta o que é realmente explorável
100%
das ações registadas num trilho de auditoria completo
Humana
aprovação explícita antes de qualquer ação sensível
PT · UE
dados processados em Portugal e na União Europeia
Programa de primeiros clientes

Estamos a selecionar as primeiras organizações.

Acesso prioritário à plataforma, acompanhamento direto da equipa de engenharia da CYBERS3C e condições de fundador. Vagas limitadas por setor.

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Desenhada para setores regulados
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Perguntas frequentes

As dúvidas que um CISO coloca primeiro.

Qual a diferença entre encontrar e explorar uma vulnerabilidade?

Encontrar (descoberta) é identificar uma vulnerabilidade potencial — é o que um scanner faz, de forma automática e não-destrutiva. Explorar é ir mais longe: executar o ataque controlado para confirmar que a falha é realmente explorável, com evidência reproduzível. A DIANA faz as duas coisas — e trata a exploração como a ação sensível que é: só dentro do âmbito autorizado e, nos passos de maior impacto, com aprovação humana.

É seguro correr uma IA ofensiva na nossa rede?

A descoberta corre em contínuo e é não-destrutiva. A exploração — o passo intrusivo — opera apenas dentro de um âmbito autorizado, com regras definidas antes de cada execução; as ações de maior impacto param e aguardam aprovação humana. Nada é explorado fora do que foi acordado.

A DIANA pode afetar sistemas em produção?

O âmbito, os limites e o nível de intrusão são definidos por si. Passos sensíveis exigem confirmação da equipa e podem ser restringidos a janelas e condições específicas, com exclusão de ativos críticos.

A DIANA também testa a rede interna?

Sim. Além da superfície externa, a DIANA realiza pentest interno através de uma sonda leve instalada no ambiente do cliente, sob o controlo da organização. A sonda permite descobrir e validar exposição a partir de dentro — segmentação, movimento lateral, escalada de privilégios — com o mesmo modelo de âmbito autorizado e aprovação humana das ações sensíveis.

Onde ficam os nossos dados?

A DIANA é tecnologia soberana: empresa portuguesa, com dados alojados em Portugal e na UE. A execução é autorizada, delimitada e os dados permanecem sob o controlo da organização.

Demonstração personalizada

Veja a DIANA em ação.

Uma operação ao vivo num âmbito de exemplo: da descoberta à exploração validada, com aprovação humana e o relatório de evidências gerado na sessão.