A segurança do produto é argumento de venda — ou objeção.
Empresa de software com plataforma multi-inquilino e entregas semanais. Clientes empresariais enviam questionários de segurança antes de assinar; o último relatório de pentest tem sete meses.
Percurso-tipo · descreve o método aplicado a um perfil representativo do setor
- Contínuo
O relatório envelhece mais depressa do que se produz
Com entregas semanais, o relatório que se envia ao cliente descreve uma versão que já não existe. A cobertura tem de acompanhar o ritmo de entrega, ou não descreve o produto.
- Release 4.12
Uma alteração de permissões passa despercebida
Uma refatoração no modelo de autorização introduz um caso limite: um pedido com um identificador de recurso de outro inquilino não é rejeitado como deveria. Passou nos testes automatizados, que só cobriam o caminho feliz.
- Release 4.12 · Validação
A pergunta que todos os clientes fazem
Numa plataforma partilhada, a pergunta é sempre a mesma: consegue um inquilino ver dados de outro? A exploração confirma que sim, para um tipo específico de recurso — e é isso que transforma uma suspeita em achado.
Aceder a um recurso pertencente a outro inquilino para confirmar o isolamento quebrado.
- Porque é que isto exige uma decisão humana
- É a prova definitiva do problema. Também significa aceder a dados que pertencem a um cliente.
- O que foi decidido
- Aprovado apenas entre dois inquilinos de teste, criados para o efeito. Nenhum inquilino real é envolvido, e a restrição fica registada.
O que fica documentado
- Prova reproduzível da falha de isolamento, com o pedido exato que a desencadeia
- Evidência de que a validação usou apenas inquilinos de teste
- Material atualizado para responder a questionários de segurança de clientes
- Reteste na release seguinte, para confirmar que a correção resolveu
Veja a DIANA em ação.
Uma operação ao vivo num âmbito de exemplo: da descoberta à exploração validada, com aprovação humana e o relatório de evidências gerado na sessão.